quinta-feira, 4 de novembro de 2010

QUE SE DÊ OS DEVIDOS CRÉDITOS


 Ao pensar na infinita pesquisa que a internet nos proporciona, fica evidente que, por muitas vezes, a autoria das informações as quais obtemos não é totalmente confiável. Devemos ter muito cuidado com qualquer informação que é divulgada na internet. A lei do direito autoral vem ao encontro de tal preocupação e nos faz ter maiores cuidados na hora de utilizar algo disponível na internet, assim como na hora de reproduzir. Porém a lei existe desde 1998 e até agora ela não é conhecida por todas as pessoas que usufruem de maneira equivocada do material que está disponível, assim como as pessoas que distribuem informações online, pensando que a partir do momento que elas estão na internet, sua autoria deixa de ter importância.
Assim que os usuários da internet passarem a ter consciência de dar os devidos créditos aos inúmeros recursos, informações, fotografias, vídeos, textos, por menor que for o trecho, teremos um ambiente online que nos trará muito mais benefícios, pois estaremos buscando informação em um ambiente que se preocupa com os direitos daquele que a produziu.
Deve-se ressaltar a importância do profissional da informação que, como já foi exposto neste blog, é um dos tantos profissionais que devem se preocupar com tal temática. Levar a lei do direito autoral ao conhecimento dos usuários e fazer uma campanha de conscientização para que as pessoas passem a levar em consideração quem realmente produziu as informações que estão na internet.
Para acentuar ainda mais a questão, atualmente, a disseminação de informações na internet é muito fácil e rápida, se levarmos em conta os sites de relacionamentos e o número de pessoas que os utilizam, o direito autoral fica em segundo plano, as pessoas acabam utilizando frases, imagens, idéias de seus próprios amigos na rede. Assim a conscientização das pessoas que utilizam a internet é a única maneira de fazermos com que a lei do direito autoral entre em vigor de verdade. Não há como se obter controle das informações na rede, o que é possível é dar os devidos créditos as pessoas corretas. Se isso ainda não acontece, podemos começar agora mesmo para, quem sabe um dia, reverter esta situação.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

A importância do SEER

O Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas (SEER) é um sistema que possibilita que as revistas disponíveis em meio eletrônico sejam publicadas com um formato diferenciado. Esses periódicos são acessíveis e fáceis de navegar por possuírem um padrão de publicação que permite ter uma noção prévia de como chegar à informação desejada. Ao compararmos tais revistas com as que não utilizam o SEER fica evidente que o sistema é fundamental para a divulgação de conteúdos na internet de forma coerente e flexível. Ter facilidade em pesquisar e, até mesmo estar em ambiente agradável na internet, já são fatores relevantes quando queremos que o usuário final tenha sucesso em suas buscas, fazendo com que ele perceba a revista em sua totalidade, assim como seu conteúdo, de maneira que queira voltar a utilizá-la.
Sua importância é destacada ao transformar a editoração em um meio que permite a interação, onde o usuário da revista pode ser também autor e exercer papéis diferentes nesse meio que, por muitas vezes, é considerado fechado.
Sem dúvida nenhuma, a internet é um dos principais, se não o principal, meio de divulgação de informação no mundo todo. No momento que temos sistemas que se preocupam em divulgar informações úteis, com toda uma preparação e interesse em apresentá-las de forma inteligível e que se preocupa com a percepção do usuário a cerca disso, estamos preparados para tratarmos a informação da maneira adequada em qualquer suporte. Pois a seleção e a preocupação com as informações na internet são funções que o bibliotecário deve ter total domínio. Assim, a disseminação dos conteúdos que estão em revistas com esta preocupação facilita o acesso, a divulgação, a busca e o encontro de novos conhecimentos.

E as tecnologias continuam se atualizando...

Fonte: Folha de São Paulo, 5 de setembro de 2010. Autor: João Montanaro

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Preservar e Difundir: duas ações possíveis (simultaneamente) no espaço digital

             Ao pensar digitalização de acervos, provavelmente a primeira coisa que pensamos é que estamos garantindo um futuro eterno àquele documento que transitará de meio e terá a segurança do digital para não mais precisar ser preservado. Porém, os profissionais da informação devem estar atentos a todas estas tentativas de manutenção da informação em novos formatos que não o de sua origem. Atualmente, é muito comum ouvirmos alguém comentando que está digitalizando acervos de fotos, livros ou outros documentos. O processo de digitalização exige ser pensado e efetuado com muito cuidado. A partir do momento que o documento foi digitalizado, a manutenção do original não acaba, pelo contrário, ela deve seguir os passos das mudanças tecnológicas.
            Em primeiro lugar o documento original deve ser manuseado e digitalizado de maneira que sua preservação seja total, além disso, antes de acontecer a digitalização é necessário que já se saiba o quão acessível esse documento será e para quem será. As informações de identificação são indispensáveis na digitalização, tem uma função fundamental para a preservação da identidade do documento, sua autoria, data, enfim, dados que tem de seguir o documento na sua migração de formato.
            Há um aspecto fundamental que deve ser levado muito a sério na hora da seleção e escolha dos documentos para serem digitalizados que é o valor intrínseco. Qual o papel que esses documentos ocupam e qual a sua importância para o ambiente que estão inseridos. É a partir do controle de qualidade, o subjetivo o qual se dá pela inspeção visual - que vai depender do olhar que a pessoa lançar às informações – e o objetivo que ocorre por intermédio de um software, que se sabe se o esforço da digitalização vale a pena ou não e percebe os detalhes, avalia e decide o que se pode manter, corrigir ou refazer. Para auxiliar nesta tarefa de verificação, existem os gabaritos que permitem a análise das cores do original e o quão próximas estão.
            Todos estes fatores são básicos para que a digitalização passe a ser vista como um processo delicado que necessita de planejamento e que não acaba depois que o documento estiver em formato digital, mas que necessita de preservação durante e após o processo. Além disso, as constantes mudanças tecnológicas também tem de ser consideradas, como por exemplo, a transição de formatos, para que as informações possam se difundir, sempre considerando questões como a origem do documento, sua importância e finalidade.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Documentos eletrônicos, para onde estamos indo?

É evidente que atualmente estamos vivendo com muitas modificações no que diz respeito ao desenvolvimento de tecnologias. Dentro desse contexto os documentos também aparecem em muitos novos formatos o que merece atenção, pois muitos aspectos que o dizem respeito também sofrem transformações. Nós, futuros profissionais da informação, temos que ficar atentos a todas essas mudanças, para que se possa mediar a interação entre homem e tecnologia. Com certeza, os documentos eletrônicos surgem para agregar o conhecimento, mas é fundamental que seja utilizado de maneira correta. Para isso, melhor do que ninguém, um profissional qualificado que possa fazer com que todas as tecnologias da informação sejam utilizadas da melhor forma.

Os documentos eletrônicos surgem para facilitar e difundir informações, são caminhos muito relevantes para quem gosta e tem acesso aos conteúdos certos. O importante é não excluir nenhuma forma de conhecimento e sim agregá-las, até por que o livro impresso tem um valor inestimável e jamais vai perder seu caráter cultural e sua simbologia relacionada à sabedoria. Cada pessoa pode se adaptar de acordo com a tecnologia que melhor lhe convém.

O título do blog "Rasgando ideias" está relacionado com o efeito que opiniões podem e devem causar. O importante é expor ideias da melhor maneira possível e dialogar para que cada opinião possa acarretar em um "rasgo" na nossa formação  e marcar com uma boa justificativa o porque a defendemos. É isso que pretendo com o Blog, uma interação e que cada "rasgo", com seus conteúdos, possam marcar nossa aprendizagem.